HopeCare disponibiliza pulseira de alarme pessoal para idosos

11 Agosto 2021 - Óbidos Parque

A HopeCare, empresa da nossa comunidade, disponibiliza, para os mais idosos, a solução Acticheck, um sistema de alarme pessoal baseado na utilização de uma Smartband, através da qual é monitorizada, de forma continua, toda a atividade do utilizador.

A solução tem como suporte uma pulseira (Assure) que, ligada a uma base, fornece uma combinação de alertas para o utilizador, família, e para outros prestadores de cuidados.

Para uma proteção abrangente, são três as funcionalidades de alerta: botões de pânico SOS (para pedir ajuda), deteção automática de queda, e ainda a funcionalidade “Estou bem, verificações” (uma forma simples de confirmar se a pessoa está bem pela manhã e antes de dormir, podendo o utilizador programar uma verificação).

A tecnológica está a comercializar esta solução dentro do seu portfólio de produtos e serviços dedicados à área de cuidados de saúde, care plans, segurança e vigilância do segmento sénior.

“A solução tem tido uma enorme procura por parte das redes de prestadores de cuidados, pelos familiares e por cuidadores informais, que podem adquiri-la diretamente à HopeCare”, explica Mónica Rufino, diretora geral da HopeCare. “Qualquer cliente Acticheck pode definir o contacto ou os contactos a quem deve ser dirigido o SOS e ter acesso às funcionalidades da plataforma. A HopeCare faz a respetiva configuração inicial, mas o cliente tem toda a autonomia para configurar a solução ao longo do tempo”.

A solução Acticheck pertence a uma empresa inglesa, tendo a HopeCare um acordo de distribuição para Portugal. “Para serviços complementares de teleassistência, comercializados pela HopeCare, é feito desenvolvimento e integração com a nossa plataforma de telemonitorização, o HCAlert”, esclarece a mesma responsável.

Quanto à resposta do mercado a esta solução, Mónica Rufino refere: “Está demonstrado (em diversos países europeus) que a tecnologia de telecuidado pode ter um papel relevante para ajudar os idosos a viverem mais tempo, mais saudáveis e mais felizes, e com menos custos. 30% das pessoas com mais de 65 anos sofre uma queda por ano, e metade precisa de ajuda para se levantar. Se ajudadas em menos de uma hora, 90% delas ficará bem. Mas se só forem ajudadas após 12 horas, apenas 10% conseguirá viver de forma independente, nas suas casas. Esta solução não está dependente do idoso pedir ajuda. O sistema deteta a queda”.

São frequentes casos de idosos que “não saem durante o dia ou passam uma parte do seu tempo sentados, porque têm medo de se perder ou de não terem ajuda, em caso de necessidade. A falta de exercício e de momentos de socialização vão deteriorar a sua saúde e condições psicológicas”. Ao mesmo tempo, “as famílias deixam de apoiar os seus familiares mais idosos, porque estão distantes ou porque se transformam numa preocupação grande”, observa Mónica Rufino.

Dado que a tecnologia pode facilitar o apoio aos idosos à distância e de forma mais simplificada, “esta solução pode ajudar a que haja uma maior aproximação da família, contribuindo também para uma melhoria da saúde mental dos idosos”.


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